Artigo do Site Oficial de Dragon Ball (11 de novembro de 2021)
Amado pelos fãs há mais de um quarto de século – A história por trás do Dragon Ball Carddass

A longa e frutífera história dos jogos de cartas de Dragon Ball começou há mais de 30 anos, em 1988, quando a “Série Dragon Ball Carddass” fez sua estreia nas adoradas máquinas de venda automática de cartas da Bandai, simplesmente chamadas de “Carddass”.
Desde então, o catálogo de jogos de cartas de Dragon Ball continua a se expandir a cada novo e empolgante lançamento! A “Série de Jogos de Cartas de Dragon Ball”, de 2003, que permitiu aos jogadores experimentar a emoção das batalhas de Dragon Ball em primeira mão, foi seguida em 2005 pela sensação inovadora dos arcades, que permitiu aos jogadores controlar seus heróis favoritos como nunca antes, o: “Data Carddass Dragon Ball”!
E em 2015, os jogos de cartas de Dragon Ball foram ainda mais longe com “IC Carddass Dragon Ball”, que apresenta cartas com chips IC, permitindo batalhas tanto na vida real quanto online!
Entre os incríveis jogos de cartas de Dragon Ball, um que realmente cativou a imaginação de uma geração foi o “Dragon Ball Heroes”, lançado em 2010. Ele traz uma abordagem única ao gênero, permitindo que os jogadores batalhem ao lado de Goku e seus amigos, controlando seus Avatares Heróis. O jogo consiste em colocar cartas reais nos painéis planos especiais da máquina de arcade para controlar personagens icônicos de Dragon Ball em batalhas intensas que chegam a 5 contra 5, e o “Super Dragon Ball Heroes” inclui batalhas de até 7 contra 7!
PERFIS
Sendo entrevistado:
Takaaki Orihara (Bandai)
É o líder de desenvolvimento do projeto Dragon Ball Carddass desde 1992. Trabalhou nas séries Carddass para outras publicações da Jump. Possui um vasto conhecimento exclusivo da indústria.
Wataru Higuchi (Bandai)
Um dos criadores de “Dragon Ball Heroes”. Especialista na área de jogos de cartas.
Yoshito Moteki (Bandai)
Um dos criadores de “Dragon Ball Heroes”. Trabalhou anteriormente na divisão de jogos de cartas. Criou o “Dragon Ball Super Card Game”, disponível principalmente nos EUA e na Europa.
Entrevistador:
Shinsuke Tada
Nascido em 1983, atualmente trabalha como escritor freelancer. É o caçula de quatro irmãos. Graças aos seus irmãos mais velhos, começou a assistir “Dragon Ball” toda semana ainda muito jovem. Seus personagens inimigos favoritos são os Saibaimen.
Carddass: Unindo o Anime e o Mangá para Crianças
Para quem não conhece, você poderia descrever a popularidade de Dragon Ball Carddass na época de seu lançamento inicial?
Takaaki: Se compararmos com outras séries da Jump, no verão de 1995, Dragon Ball já havia vendido 1,5 bilhão de cartas, enquanto seus dois concorrentes mais próximos, Yu Yu Hakusho e Cavaleiros do Zodíaco, haviam vendido apenas 200 milhões e 14 milhões, respectivamente. Ou seja, Dragon Ball estava vendendo mais de sete vezes o número de cartas do segundo colocado, Yu Yu Hakusho, o que demonstra o quão à frente das outras séries estava.
Eu adorava Yu Yu Hakusho e Cavaleiros do Zodíaco, e me lembro de que eram extremamente populares. Como Dragon Ball conseguiu ser tão dominante?
Takaaki: Bem, eu não acho que era apenas o fato de os personagens serem os mais populares, mas também que Dragon Ball funcionava naturalmente muito bem como uma série Carddass. Sempre houve muita empolgação em torno de Dragon Ball, já que as crianças que liam o mangá na Jump frequentemente se perguntavam como tudo ficaria no anime e as crianças que assistiam ao anime estavam desesperadas para saber o que aconteceria a seguir!
Ao construir sua coleção de Carddass, você pode se divertir muito ficando um passo à frente do anime, dando uma espiada nos próximos personagens e suas histórias. Além disso, com Goku e todos os outros personagens mais legais sendo lançados como “cartas prismáticas” ultrabrilhantes, tenho certeza de que a ideia de conseguir uma dessas era outro grande atrativo da série.

Considerando que os Carddass veio a existir em algum momento entre a serialização do mangá e o lançamento do anime, como você criava as cartas?
Takaaki: Nós esperávamos, muitas vezes até altas horas da noite, junto com o departamento editorial da Jump, para que o storyboard preliminar de Toriyama fosse entregue, e assim que o recebíamos, levávamos uma cópia para a Toei Animation e pedíamos que eles ilustrassem os desenhos que poderíamos usar para as cartas.
O mangá é quase todo em preto e branco, então, é claro, tivemos que pedir para adicionarem cor às cartas, mas naquela fase da produção as cores oficiais do anime ainda não haviam sido definidas. Portanto, existem algumas cartas cujas cores diferem das do anime. Na época, deixaram os Carddass ignorarem as discrepâncias nas cores, mas na última parte da publicação da série de cartas, queríamos muito agradar os fãs, então houve momentos em que esperamos para lançar as cartas até que o personagem aparecesse no anime.
Deixe-me voltar um pouco no tempo. Ouvi dizer que o predecessor do Carddass é, na verdade, o Gashapon. Como surgiu a ideia de uma máquina de venda automática de cartas?
Takaaki: Naquela época, os bonecos de vinil monocromáticos (de 100 ienes) eram o carro-chefe dos Gashapon, mas os adesivos que vinham de brinde pareciam ser muito populares. Então surgiu a ideia de vender apenas os adesivos por 20 ienes cada. Dessa forma, as crianças poderiam comprá-los todos os dias. Isso foi durante a bolha econômica, então ouvi dizer que houve certa resistência interna à ideia de tentar lucrar vendendo-os a 20 ienes cada, mas também ouvi dizer que, no fim, a opinião predominante foi que, se a expectativa era que os clientes colecionassem todos os adesivos, o preço individual deveria ser baixo.
Carddass foi criado por Makoto Shibasaki, que atualmente trabalha como consultor especial da Bandai. Conta-se que ele fez tudo com a ajuda de apenas um membro da equipe de desenvolvimento, que estava apenas em seu segundo ano na empresa. Ouvi dizer que, no início, eles não tinham muitas ilustrações de referência para trabalhar e que tinham apenas cerca de três meses desde a aprovação do projeto até o seu lançamento.
Algumas pessoas já devem saber disso, mas o nome “Carddass” foi inspirado em “AMeDAS” — um sistema automatizado para coleta de dados meteorológicos. A ideia era que o Carddass servisse como uma espécie de central de informações para crianças.
Wataru: Havia muitos brinquedos de Dragon Ball no mercado, mas se você analisar os números de vendas a longo prazo, as cartas representavam mais da metade delas. Chegou ao ponto em que “Carddass” e “produtos de Dragon Ball” se tornaram praticamente sinônimos.
As vendas anuais dos Carddass naquela época são aproximadamente equivalentes às de Dragon Ball Heroes (100 ienes por partida) hoje em dia. Mas é preciso levar em conta que cada carta custava apenas 20 ienes, então o número de crianças que as compravam era enorme. Acho que podemos dizer que os Carddass foram um sucesso absoluto.

A verdade por trás das cobiçadas “Cartas Prismáticas” e “Cartas Raras”
As Cartas Prismáticas de Dragon Ball Carddass, ou “Cartas Kira”, como eram frequentemente chamadas, me proporcionaram muita alegria quando criança. Como vocês decidiram quais cenas ou personagens seriam transformados em Cartas Prismáticas?
Takaaki: Acho que tudo se resumiu a quais ilustrações ficariam melhores como cartas brilhantes. Houve momentos em que bastava um olhar para os storyboards de Toriyama-sensei para saber na hora. Dois bons exemplos seriam o Goku Super Saiyajin 3 (Conjunto 20, Carta nº 154) e o Gotenks Super Saiyajin (Conjunto 21, Carta nº 172). Assim que foi decidido quais quadros dos rascunhos seriam transformados em cartas, era praticamente certo que virariam Cartas Prismáticas.
No anime, esses quadros são transformados em uma série de ilustrações para criar uma cena, mas no formato de carta, você pode preservar aquela pose incrível para sempre como parte da sua coleção. Se uma determinada imagem era digna de ser preservada ou não, sempre foi um fator importante. Além disso, quando se tratava de personagens que acabariam sendo o destaque de um conjunto ou cartas que já tinham algo especial, muitas vezes nos perguntávamos se valeria a pena transformá-las em Cartas Prismáticas.

Yoshito: Os filmes e o anime de Dragon Ball têm vários efeitos legais, então a série era perfeita para incorporar cartas brilhantes. Aliás, Takaaki, o Carddass também tinha cartas Double Kira (Prisma Duplo), certo? Tipo, elas eram brilhantes, mas quando você tirava uma camada, tinha outro Kira por baixo. Eu tinha uma quando estava na pré-escola, e era meu bem mais precioso! Qual foi a ideia por trás da criação delas?
Takaaki: Na verdade, eles aceitaram porque a gráfica que estávamos usando disse: “Ei, nós podemos fazer isso, sabe?”. Eles foram introduzidos pela primeira vez no 12º conjunto, bem na época em que me tornei o líder do projeto. Também tínhamos cartas com acabamento brilhante na frente e no verso. Vale ressaltar que, para a série principal de Dragon Ball, estávamos vendendo muitas cartas, o que significava que podíamos facilmente cobrir o custo extra associado ao uso de técnicas de impressão um pouco mais sofisticadas.
Yoshito: Ah, isso faz muito sentido! Usamos diversas maneiras de representar diferentes raridades em Dragon Ball Heroes. Temos os designs holográficos originais, além de várias outras formas de usar folha de ouro. Posso afirmar com segurança que Dragon Ball Heroes é o jogo de cartas mais específico do mundo em relação às suas escolhas de design.
Para o Heroes, é crucial equilibrar a frequência com que as cartas raras são obtidas com a sua força no jogo.
Yoshito: Com certeza. Na verdade, começamos definindo os níveis de raridade de trás para frente, nos perguntando o quão animados queríamos que os jogadores ficassem ao conseguir uma carta de determinada raridade. Na época, as crianças jogavam em média 5 vezes por sessão nas máquinas de arcade, então ajustamos a frequência com que conseguiam cartas raras para que pudessem obter uma carta rara por visita ao fliperama. De qualquer forma, as cartas raras sempre serão o coração de qualquer série.
No mundo dos jogos de cartas colecionáveis, ao abrir pacotes, é comum considerar as cartas raras como boas aquisições e ignorar as outras, mas queremos que as pessoas também valorizem essas cartas. É por isso que lançamos algumas cartas realmente fortes com raridades mais baixas e nos esforçamos tanto para garantir que todas as cartas tenham uma aparência incrível.
Cartas de Dragon Ball no Japão e em todo o mundo.
O que você leva em consideração ao produzir cartas para jogadores estrangeiros?
Yoshito: Nos Estados Unidos e na Europa, a cobertura midiática de Dragon Ball não é tão grande quanto no Japão, então nossa abordagem é esperar que as pessoas descubram o amor por Dragon Ball usando as cartas como porta de entrada para a franquia. Como exemplo pessoal, eu passei a gostar de Gundam depois de jogar o jogo de cartas Gundam War.
Entre os fãs estrangeiros, quais aspectos de Dragon Ball você acha que eles consideram mais atraentes?
Yoshito: Ainda estamos no processo de descobrir isso, mas acho que tem a ver com a facilidade de compreensão da série. Isso se deve à história ser relativamente simples, bem como à riqueza de personagens memoráveis e cativantes. Além disso, com a força de todos os personagens claramente definida, o tema recorrente da busca para se tornar o mais forte de todos é fácil de assimilar.
No que diz respeito especificamente aos EUA, o conceito de um “golpe especial” não aparece muito na mídia deles, então acho que ter um golpe especial como o Kamehameha, que é tão fácil de experimentar, contribuiu bastante para o sucesso da série por lá.

Durante os últimos dois anos, a pandemia do coronavírus realmente impediu que as crianças se encontrassem com seus amigos e brincassem ao ar livre. Diante dessa situação, você poderia me falar um pouco sobre as estratégias de marketing e os planos futuros para os jogos de cartas de Dragon Ball?
Wataru: No Japão, não temos conseguido organizar torneios com um grande número de participantes. Valorizamos todos os nossos jovens jogadores, mas eles simplesmente não conseguem ir às lojas pessoalmente com a mesma frequência de antes.
Mas não há como negar que grande parte da alegria dos jogos de cartas vem de jogar com outras pessoas. Por enquanto, tudo o que podemos fazer é encontrar maneiras de organizar torneios que não exijam que tantas pessoas se reúnam no mesmo lugar, para garantir que todos possam jogar em um ambiente seguro. Também estamos considerando começar os preparativos para quando finalmente pudermos retomar os torneios presenciais em grande escala nas lojas. Para os jogadores no exterior, estamos nos empenhando bastante para criar maneiras de jogar online.
Yoshito: Exatamente. Não existe Data Carddass no exterior (exceto na Ásia), então jogos de cartas colecionáveis são a norma. Os EUA e a Europa já possuem infraestrutura voltada para o trabalho remoto há algum tempo, então jogadores dedicados vêm competindo online, conectando câmeras aos seus PCs para mostrar suas cartas, desde antes da pandemia.
Combinando essa forma de jogar sem a necessidade de encontros presenciais e a pandemia restringindo a capacidade de todos de sair de casa, parece que as pessoas têm se divertido bastante jogando jogos de cartas em suas próprias casas. Sinto que, devido à pandemia, os jogos de cartas foram reavaliados e agora são vistos como um hobby que pode ser apreciado até mesmo no conforto do lar.
Será que a cultura de jogar jogos de cartas online também está começando a aparecer no Japão?
Yoshito: O Discord, ferramenta de comunicação online amplamente utilizada nos EUA e na Europa, agora é comum no Japão, e todas as empresas de jogos de cartas estão trabalhando em suas próprias versões de arenas de batalha online. A Bandai está atualmente desenvolvendo o “Bandai TCG Online Lobby” e o “BANDAI TCG CONNECT” para que os jogadores possam batalhar online em todos os seus jogos de cartas favoritos.

Cartas de Dragon Ball Unindo Gerações
Dragon Ball tem uma longa história, mas as cartas de Dragon Ball fazem parte dessa história há mais de 30 anos. É realmente incrível como as cartas nunca perderam a popularidade durante um período tão longo.
Takaaki: Pois é. A série e os jogos de cartas são inseparáveis. Depois que a serialização do mangá terminou, realizamos eventos de Carddass por todo o país para ajudar a promover o anime Dragon Ball GT, que estava para estrear. O que realmente me impressionou durante os eventos foi o quanto não só a série Dragon Ball era amada, mas também as cartas.
No entanto, houve um período em que a produção de cartas foi interrompida. Em setembro de 1997, o Dragon Ball Carddass chegou ao fim brevemente. Eu havia analisado as séries Carddass de outras franquias e percebido que, apesar de terem sido extremamente populares, elas entraram em declínio. Eu realmente não queria que o Dragon Ball Carddass seguisse o mesmo caminho, então achei melhor encerrá-la enquanto ainda estava em alta e confiar que a próxima geração apreciaria tudo o que havíamos lançado até então.
Wataru: Quando há uma pausa na produção como essa, é quase impossível recomeçar e recuperar a popularidade. Foi graças aos jovens fãs que Dragon Ball conseguiu se reerguer.
O que você quer dizer com isso?
Wataru: A partir de 2003, Dragon Ball começou a recuperar muita popularidade com o lançamento de itens como box de DVD e jogos para o PlayStation 2, principalmente entre adultos que estavam redescobrindo a série por terem sido grandes fãs de Dragon Ball na infância. Em contrapartida, havia muitas crianças na época que nunca tinham tido a oportunidade de assistir Dragon Ball e nem sequer sabiam que a série existia. Ou pelo menos era o que pensávamos…!
Com o tempo, percebemos que a geração mais jovem vinha alugando vídeos de Dragon Ball e assistindo reprises de episódios antigos o tempo todo. Além disso, havia um certo jogo de cartas de arcade que estava fazendo o maior sucesso entre as crianças na época. Até mesmo os pequenos cantinhos de jogos nos supermercados ficavam lotados de jovens fãs.
Então tudo isso deve ter acontecido pouco antes do lançamento de Dragon Ball Heroes, certo?
Wataru: Isso mesmo. Dragon Ball Heroes foi lançado em 2010, em meio ao renovado interesse em Dragon Ball por parte dos adultos e ao aumento da popularidade dos jogos de cartas entre as crianças.
O fato de ter coincidido com a expansão dos shoppings também é relevante. Eu pessoalmente me refiro a isso como “cultura de shopping”, mas nos shoppings, tanto crianças quanto adultos podem visitar as mesmas lojas, comer algo e simplesmente passar um tempo juntos. Acho que o fato de as pessoas escolherem gastar seu dinheiro nos shoppings dessa forma contribuiu para o surgimento de pais e filhos que se divertem juntos com jogos de cartas em fliperamas.
Nos primórdios do Carddass original, as crianças costumavam se encontrar principalmente em lanchonetes, onde, é claro, nenhum adulto fazia o mesmo. Mas desde o lançamento do Data Carddass, tornou-se comum crianças e adultos brincarem juntos e, com o shopping sendo usado como um lugar de convivência, as duas gerações formaram um laço muito forte.

Foram mesmo as cartas que uniram fãs jovens e velhos. Quando vou ao supermercado, meu filho também me leva até a máquina de Heroes na área de jogos! Lembro-me de ter pensado, pela primeira vez: “Nossa, é Dragon Ball! Eu não sabia que existiam coisas assim!”
Yoshito: Na época em que Takaaki estava no comando, a política da Bandai em relação ao merchandising de personagens era algo como: “A transmissão do anime é nosso foco principal, então qual é a maneira mais rápida de criarmos produtos junto dele?”
No entanto, as coisas são um pouco diferentes agora. Hoje em dia, os animes são transmitidos de diversas maneiras: há transmissões noturnas, depois da hora de dormir das crianças, temporadas divididas em várias partes com intervalos entre elas, e assim por diante. Dito isso, vivemos em uma época em que, contanto que haja fãs leais o suficiente, o conteúdo continua chegando.
Wataru: As cartas em si mudaram muito ao longo dos anos, mas a maneira como as crianças interagem, compartilham informações e descobrem novos personagens juntas continua exatamente a mesma de quando o Carddass estava apenas começando.
É como se o objetivo de nos tornarmos um “centro de informações para crianças” não tivesse mudado nada nos últimos 30 anos. Recentemente, tenho me sentido cada vez mais grato àqueles que vieram antes de nós. Eles realmente lançaram as bases para que pudéssemos trabalhar com Dragon Ball hoje.
Takaaki: Quando eu era o líder de projeto do Carddass, os personagens de Dragon Ball eram figuras a serem admiradas. Agora, com Dragon Ball Heroes, você pode jogar ao lado deles enquanto controla seu Herói. Acho que, dessa forma, a relação entre os usuários e os personagens, bem como a maneira como os fãs curtem a série, mudará à medida que Dragon Ball continua sua trajetória como uma franquia amada no futuro.
Na indústria do entretenimento no Japão — e em todo o mundo — a influência que os fãs exercem sobre suas séries favoritas está se tornando cada vez mais forte. Em meio a tudo isso está Dragon Ball, uma franquia gigantesca que permite que você crie grandes expectativas e se empolgue só de ouvir o nome. Com a ajuda dos fãs, tenho certeza de que Dragon Ball viverá para sempre!
Como fã da série, espero que Dragon Ball continue unindo gerações e sendo celebrado por muitos anos. Muito obrigado a todos por essa conversa fascinante!

Artigo original:
https://en.dragon-ball-official.com/news/01_644.html
