Toyotaro, autor do mangá DBS, fala sobre o filme Broly

O site “Da Vinci News” entrevistou recentemente Toyotaro. Na entrevista, o autor do mangá de Dragon Ball Super falou sobre o filme Broly. Confira tradução:

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“Eu não sou discípulo de Toriyama-sensei ou algo assim, sou apenas um fã que desenhava por diversão. Provavelmente há pessoas melhores em reproduzir seu estilo de arte do que eu, e também pessoas melhores em desenhar cenas de batalha ou piadas. Obviamente, estou trabalhando duro para ser o melhor, mas ainda tenho um longo caminho a percorrer, então foi uma honra incrível conseguir desenhar essa sequência (Dragon Ball Super). Se eu pensasse nisso objetivamente eu não seria capaz de tirar toda a pressão, então eu tento não pensar muito nisso (risos). Broly tem sido um dos meus personagens favoritos desde muito tempo. Quando ele apareceu pela primeira vez nos filmes dos anos 90, eu acho que as crianças automaticamente já gostavam dele simplesmente porque ele era um Super Saiyajin. Eu acho que nada é mais legal do que ser o mais forte. Eu venho desenhando Broly desde os velhos tempos, então eu queria tentar desenhá-lo novamente. Mesmo uma imagem dele em pé é uma boa imagem, então eu acho que seria incrivelmente atrativo se ele aparecesse no mangá. Olhando atentamente, talvez o apelo de Broly seja que ele está sobrecarregado com um passado. Ao contrário dos vilões que surgem do nada, podemos ver as circunstâncias trágicas que levaram Broly a ser tão forte, o que faz com que ele se sinta especial. Com este novo filme, Toriyama-sensei usou Broly para elaborar uma história ligando tudo, desde o início dos destinos entrelaçados dos Saiyajins e de Freeza até o presente. Por isso, eu diria que é um filme bastante significativo. Freeza tem uma posição muito especial como o chefão do mal. Cell veio do futuro, e Majin Boo é revivido do passado, então não importa o quão fortes eles sejam, suas histórias não foram muito retratadas. Em comparação, Freeza está completamente ligado com a história da destruição dos Saiyajins, então, naturalmente, ele é o malvadão dos tempos modernos. Na saga ‘Sobrevivência do Universo’, eu acho que todo mundo esperava que ele fosse se tornar um aliado de Goku, mas nesse filme ele é um vilão, no fim das contas. O apelo de Freeza é que ele é mau até os ossos. É claro que eu gosto mais do mangá original, mas também gosto do anime, dos jogos, de tudo. A geração que cresceu como fã agora está dando tudo de si fazendo novos animes, jogos e mangás. Eu sinto que estamos todos trabalhando para construir o mundo de Dragon Ball. Eu continuarei desenhando Dragon Ball até quando eles quiserem.”

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